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ATERRAMENTO DA SUBESTAÇÃO

A metodologia e procedimentos que se referem a aterramento de uma subestação, são tratados nas normas IEEE 80 e NBR 15751/2013 - O sistema de aterramento de uma subestação deve conectar todas as partes metálicas expostas, estruturas metálicas, geradores, transformadores, quadros de distribuição, disjuntores, interruptores, transformadores de instrumentos, para-raios , para-raios, condutores e reatores devem ser aterrados usando qualquer uma das diretrizes de aterramento para que haja um aterramento adequado e não haja choque, mesmo quando houver uma falha.

O objetivo principal do aterramento de subestações é estabelecer um caminho de baixa resistência para a dissipação de correntes de falha, surtos de raios e cargas estáticas na terra. Isso é obtido pela criação de uma rede de materiais condutores que conectam as partes metálicas não condutoras de corrente do equipamento e os pontos neutros de transformadores e geradores ao solo. Essa rede é frequentemente chamada de sistema de aterramento ou sistema de aterramento.

Além disso, o sistema de aterramento desempenha um papel crítico na operação de dispositivos de proteção, como disjuntores e fusíveis. Durante condições de falha, o sistema de aterramento garante que esses dispositivos operem corretamente, isolando a seção defeituosa da rede e mantendo a continuidade do serviço no restante do sistema. Isso é particularmente importante para evitar danos ao equipamento e minimizar a interrupção do fornecimento de energia.

A GEOMETRIA DA MALHA DE ATERRAMENTO

O projeto do sistema de aterramento de uma subestação é realizado para a condição de falta para a terra e envolve o dimensionamento do condutor da malha, para suportar os esforços térmicos decorrentes da circulação de correntes de curto-circuito, e o estabelecimento de uma geometria de malha adequada para o controle dos potenciais de passo e toque, causados pelo processo de dissipação da malha para o solo de parte ou de toda a corrente de falta.  A etapa inicial do dimensionamento de uma malha de aterramento consiste na seleção de uma geometria básica, que deve considerar a delimitação da área da SE a ser abrangida pela malha e o arranjo inicial dos condutores.

A área a ser abrangida pela malha deve incluir no mínimo o pátio da SE. Uma vez escolhida a área a ser abrangida pela malha, cumpre determinar uma configuração inicial para o lançamento dos eletrodos que a constituirão. O critério de definição da geometria inicial da malha deve levar em consideração a distribuição dos equipamentos e edificações existentes no interior da área em questão, bem como o modelo de solo (já previamente determinado). Entre as características de geometria básica de uma malha de aterramento de subestação cabe citar o seguinte:

— profundidade do enterramento mínima de 0,6 m, recomendado por razões mecânicas, sendo admitida uma profundidade mínima de 0,25 m em áreas de piso concretado ou devido a um substrato rochoso muito superficial;

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